Ano XII - Jornal N.º 24 - Junho de 2004

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Entrevista com finalistas

    Nome:
    Dina Pereira Alves Farinha

    Morada:
    Malhadal - Proença-a-Nova

    Data de Nascimento:
    20 - 02 - 1986

1. Que sensações sentes ao terminar o ensino secundário?

1. É difícil falar propriamente numa sessão, a quilo que me emana é mais do que uma mera sensação, são várias e por vezes até contraditórias. Se por um lado sinto o gozo e a satisfação de acabar mais uma etapa, de chegar ao final de mais uma meta tão desejada, por outro lado sinto a saudade e a nostalgia de deixar para traz, aquilo que foi a minha segunda família durante 8 anos. Sinto uma força que me pede para avançar para o futuro e outra que me prende ao passado, que me prende a todos os bons e maus momentos que passei nestes últimos 8 anos com colegas, professores e acima de tudo com amigos.

2. Que factos mais relevantes marcaram o teu percurso académico até este momento?

2. São muitos os momentos relevantes que se destacam ao longo do meu percurso académico, tantos que seria necessário um jornal inteiro só para os descrever, mas vou falar daqueles que considero mais notórios no meu percurso académico. A experiência mais gratificante que tive em todo o meu percurso académico foi sem dúvida a possibilidade de poder ter-me sentido durante vários meses como uma verdadeira cientista, na realização de uma investigação que tem por nome “Sensibilidade, testemunha dos líquenes”. Agradeço aqui a quem me deu essa grandiosa oportunidade. Por outro lado a visita de estudo a Espanha onde tive a possibilidade de me confrontar com um cultura e linguagem diferente, é sem duvida algo a salientar como relevante no meu percurso académico. Por fim não podia deixar de mencionar e realçar a relação de companheirismos e entreajuda que tenho mantido ao longo de todos estes anos de estudante, com os meus amigos e colegas, porque foi sem duvida algo que me marcou no meu percurso académico.

3. Se pudesses voltar atrás farias algumas alterações nos teus procedimentos?

3. Não havia muita coisa a mudar, simplesmente iria sorrir quando não sorri, iria chorar quando não chorei, iria falar quando não falei e iria estudar quando não estudei. Penso que agora que sei melhor quem sou, ter-me-ia afirmado mais perante professores e colegas, de forma a mostrar melhor quem eu na altura era. Aquilo que está feito está feito mas penso que pequei por não ter mostrado melhor aquilo que eu era.

4. Quais as tuas aspirações para o futuro?

4. Para o futuro pretendo tirar um curso universitário no ramo da ciência e exercer uma profissão que me preencha e que me realize profissionalmente. Acho que é muito importante ter uma vida estável a nível económico mas penso que bem mais importante é gostar do que se faz, porque fazer aquilo que desejamos é uma boa forma de afastar da vida o sabor amargo e azedo do trabalho. Só é pena que em Portugal não se dê valor a investigação científica e aos excelentes cientistas que temos, e que estes tenham de sair de Portugal para exercer a sua profissão. Aqui fica também o meu apelo a existência de investimento na ciência e nos cientistas Portugueses.

5. Que mensagem queres deixar aos teus colegas mais novos?

5. A minha mensagem é muito breve, quero dizer a todos os meus colegas mais novos que aproveitem ao máximo a vossa vida enquanto estudantes, que se divirtam, mas que nunca se esqueçam que o estudo é a luz da vida.

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