Ano XII - Jornal N.º 22 - Junho de 2003

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Uma lição de vida

A Joana é uma adolescente igual a tantas outras que gosta de se sentir bonita e respeitada pelos seus colegas. Ela tem 16 anos, é uma rapariga inteligente com boas notas e muito admirada pelos rapazes. Gosta de sair à noite.

A Joana é muito materialista e sobretudo adora comprar roupa e sapatos.

Como toda a gente, ela tem sonhos e um dos seus maiores sonhos era ser top-model. Para ela ser top-model era o seu grande objectivo. Os pais diziam-lhe que a carreira de modelo não era fácil, mas ela não acredita e, sente-se tentada quando abre as revistas e vê aquelas raparigas elegantes, muitas vezes até de mais.

Um dia estava a ler a sua revista preferida para raparigas adolescentes e reparou num concurso para modelo que apareceu na revista. Com autorização dos pais, embora contrariados, ela concorreu.

No dia do concurso arranjou-se muito bem e foi até ao lugar onde se iria realizar a selecção. Para grande espanto dela e dos seus amigos, ela ganhou. Conseguir ser top-model era aquilo que ela tanto desejava. Andava contente. Embora lhe fizessem uma dieta especial que ela tinha de seguir à risca, ela estava a gostar da sua experiência. Depressa a Joana começou a tornar-se arrogante na escola e a achar-se superior aos seus colegas. Os pais acharam que ela estava a ficar magra demais, mas ela achava que ainda estava muito gorda. Começou a achar-se no direito de maltratar as outras pessoas, que já se sentiam mal ao pé dela com tanta vaidade. A Joana não se apercebia do que lhe estava a acontecer, mas sentia-se um bocado cansada. Ela começou a deixar de comer aos poucos e começava a ficar mesmo magra. Os pais decidiram levá-la ao médico, mas ela não queria. Para a Joana aquilo estava a ser um sonho, mas já não sabia muito bem o que queria realmente. Sentia-se abandonada pêlos amigos, sentia-se doente e muito cansada, mas tinha de continuar.

Certo dia apareceu um colega dela, também modelo, a dizer-lhe que se tomasse um comprimido que ele tinha, aquilo passava-lhe. Ela tomou e começou a sentir-se realmente melhor. Ela começou a ficar viciada naquela droga e já tomava todos os dias. Começou a faltar ás aulas e a mentir aos pais, mas eles notavam que ela não estava bem e obrigaram-na a ir a um médico. O médico disse que ela se estava a tornar uma toxicodependente, mas ainda ia a tempo de parar. Na escola toda a gente tomou conhecimento da situação e quiseram ajudá-la. Ela sentia-se realmente mal, com vontade de morrer e não sabia se seria capaz de sair da droga, mas ia tentar.

Joana se começou a tornar arrogante na escola e a achar-se superior aos seus colegas. Os pais acharam que ela estava a ficar magra demais, mas ela achava que ainda estava muito gorda. Começou a achar-se no direito de maltratar as outras pessoas, que já se sentiam mal ao pé dela com tanta vaidade. A Joana não se apercebia do que lhe estava a acontecer, mas sentia-se um bocado cansada. Ela começou a deixar de comer aos poucos e começava a ficar mesmo magra. Os pais decidiram levá-la ao médico, mas ela não queria. Para a Joana aquilo estava a ser um sonho, mas já não sabia muito bem o que queria realmente. Sentia-se abandonada pêlos amigos, sentia-se doente e muito cansada, mas tinha de continuar.

Certo dia apareceu um colega dela, também modelo, a dizer-lhe que se tomasse um comprimido que ele tinha, aquilo passava-lhe. Ela tomou e começou a sentir-se realmente melhor.

Ela começou a ficar viciada naquela droga e já tomava todos os dias. Começou a faltar ás aulas e a mentir aos pais, mas eles notavam que ela não estava bem e obrigaram-na a ir a um médico. O médico disse que ela se estava a tornar uma toxicodependente, mas ainda ia a tempo de parar. Na escola toda a gente tomou conhecimento da situação e quiseram ajudá-la. Ela sentia-se realmente mal, com vontade de morrer e não sabia se seria capaz de sair da droga, mas ia tentar.

Decidiu desistir da sua carreira, com grande tristeza. Foi para uma clínica de desintoxicação e com muito sofrimento, mas também com muita ajuda dos seus pais e amigos, conseguiu livrar-se daquela vida.

A Joana aprendeu que devia acreditar mais no que as pessoas que nos amam dizem. Coisa que fez daí por diante.

Sofia Fernandes, n.º 13 - 9º A

2º Prémio, Prosa, Escalão B