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Ano XII - Jornal N.º 22 - Junho de 2003 |
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FUTSAL - Infantis masculinos Apesar da não renovação do título de campeão que ultimamente tem tido lugar assegurado nas nossas vitrines, podemos, ainda assim, considerar frutífera a nossa participação na respectiva competição, pela nona vez consecutiva, até porque...
A vitória é correntia
Foi este sempre o espírito que procurámos inculcar nos nossos atletas e que mais uma vez constava do rol de charadas com que os brindámos durante a pista que lhes proporcionámos na véspera da competição final, à laia de concentração para o fortalecimento do espírito de grupo. Do desenvolvimento de actividades ao longo do ano lectivo já vos demos conta no primeiro número do Palmatória, não nos vamos repetir, apenas acrescentaremos que participámos numa fase inicial de apuramento para esta fase final, que constou de três concentrações, duas em Castelo Branco e uma em Mação, das quais ganhámos uma, à João Roiz, nos pénaltis, perdendo de igual modo as outras duas. Na fase final, na E.B. 2,3 do Teixoso, depois de entrarmos a vencer, com Alcains, começámos a baquear, já na segunda parte, com um pénalti algo duvidoso e perdemo-nos definitivamente para a final no desempate pelas malfadadas grandes penalidades. Claro que nos balneários houve choro e ranger de dentes, logo suplantados pelo apelo colectivo à concentração para o que restava da prova. Surtiu efeito a preparação para as dificuldades, caldeada no espírito de grupo que sempre cultivámos, sobretudo a pensar na hora em que finalmente chegaria a derrota, pois fomos cheios de brio para a desforra do terceiro lugar com os nossos carrascos da primeira fase, tendo-os derrotado por um expressivo 7 4 . Durou pouco a euforia de uns, pela vitória, e o acabrunhamento, de outros, pela derrota. O convívio foi bom e o elogio pela nossa prestação foi unânime da parte dos adversários. Gil (professor/treinador)
P.S. |
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