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Na alma do meu ser
Não disse tudo ainda...
Quero, preciso libertar
O que me magoa, o que me atormenta
Aquilo que todo este amor...
Me causa,
Me transtorna,
Me toca o coração...!
Mas ninguém dá
importância.
Nem comenta...
Esse estúpido sentimento
A que eu chamo amor,
Mas de certeza por engano
Pois o amor não consome,
Não impede de viver
Um dia e outro...
E quando me deixa
Só me mostra um céu
vazio,
Um dia sem amanhecer,
Um sonho esquecido,
Uma estrela sem brilho...
Não sei se te odeio,
Não sei se te amo,
Não sei que poder tens sobre
mim
Só sei que permaneces
imortal na minha vida...
Na alma do meu ser!!!
Joana Lourenço, n.º 11
11.º C
Menção Honrosa,
Escalão A |