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Ano X - Jornal N.º 19 - Dezembro de 2001 |
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Os Nossos Escritores A Cidade do Nunca Num belo dia de sol, quatro aventureiros interessados na beleza do oceano, decidiram aventurar-se nas profundezas do belo e único oceano. Arranjaram uns respiradouros um pouco... bem, uma coisa que ninguém conseguiu ainda perceber. Chegou o grande dia de eles irem para a grande aventura.
Quando se preparavam para mergulhar, ouviram sons vindos do oceano. Tiveram receio de mergulhar, mas houve um deles que falou mais alto: - Fizemos a promessa de que iríamos descobrir o que de melhor havia no oceano. Então vamos! Quando iam a nadar, ouviram novamente os sons que à minutos atrás tinham ouvido. Intrigados, decidiram ir à descoberta donde vinham os sons misteriosos. Entretanto um deles deparou-se com uma rocha toda iluminada.
Aventureiros como eles são, e sem pensarem duas vezes, dirigiram-se para a rocha, mas repararam que ela era a que fazia aqueles sons. Então um deles tocou na rocha com a mão e por mais estranho que parece abriu-se uma ponte subterrânea e apareceu uma cidade. Completamente confusos: - Isto parece um sonho! - disse um deles. - Nunca antes tinha visto nada assim! - disse outro. Olharam uns para os outros, com umas caras em pouco admiradas. Houve um deles que disse: - Vamos entrar! Então entraram pela cidade abandonada, que mais parecia uma Cidade do Nunca. Ao entrarem na cidade viram que aquelas casas em ruínas eram um pouco esquisitas. Então descobriram um baú com jóias raríssimas e com papel já muito antigo, que contava a história daquela cidade. A história contava em romance entre Hera e Will. Hera era filha de Zanock, o rei do oceano. Will e Hera andavam a encontra-se às escondidas, mas, passado alguns dias, Zanock veio a saber pelo seu criado que Hera andava a namorar com Will. Então Zanock, furioso com aquele romance, pediu ao seu soldado para matar Will. Hera, bonita, elegante e sem amor, sem pensar em mais nada, suicidou-se. Zanock viveu até à morte em solidão. Ao ler aquela história, um deles com grande emoção: - Que história fantástica! Nunca tinha lido nada assim! - Só foi pena os dois apaixonados terem morrido! - disse outro. No dia seguinte, os quatro foram para a escola. Quando estavam na aula de História, ao abrir o livro, repararam que havia uma imagem que era tal e qual a cidade que descobriram. Olharam uns para os outros com caras de admiração e um pouco assustados, como se dissessem Isto é maravilhoso. Pois é! Uma autêntica maravilha! Fábio João; Mónica Sequeira; Nelson Delgado; Tânia Louro 7º C |
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