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Ano X - Jornal N.º 19 - Dezembro de 2001 |
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Os Nossos Escritores A Guerra Certamente uma pessoa que esteja a ler ou a ouvir este texto pensa logo em armas, tanques, bombas, aviões, etc. Mas a guerra não é só militar, há também a guerra política e a guerra de palavras, entre outras. Neste texto vou falar sobre um caso de cada uma destas três variantes de guerra. Numa guerra militar há duas partes que não se entendem e que tentam levar a melhor através da força. Há mortes, por vezes muitas. Homens utilizam armas, tanques e aviões que largam bombas, sendo esta última arma utilizada apenas por grandes potências. Essas grandes potências, como os Estados Unidos, a Rússia ou a Alemanha têm grande influência nas guerras. Os EUA estão actualmente em guerra contra o terrorismo no Afeganistão, tendo já estado em guerra com a Rússia, entre outras. A Alemanha também teve uma grande guerra no tempo Nazi. Uma outra variante da guerra é a guerra política. Numa democracia, como cá em Portugal, as pessoas escolhem representantes, a nível local e nacional, através de eleições. No próximo dia 16 de Dezembro de 2001 vai haver eleições autárquicas, ou seja, para a Câmara Municipal. Concorrem representantes de vários partidos e alguns independentes. Em alguns municípios a luta adivinha-se muito renhida e, por isso, acaba por haver uma guerra de palavras. Guerra de palavras em que duas pessoas discutem directa ou indirectamente, podendo ofender o adversário nessa guerra. Todos nós temos frequentemente guerras de palavras com familiares e amigos, mas acabamos por fazer as pazes. Ao contrário, políticos podem ficar grandes inimigos e não quererem sequer ver uma fotografia com a cara do seu inimigo. A forma mais pacífica da guerra, ou talvez não, é um jogo de cartas com esse nome jogado por duas ou mais pessoas. Termino este texto esperando que, no ano que está quase a começar, este mundo em que vivemos, seja um mundo de paz. André Cardoso, 7.ºD |
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