Ano XI - Jornal N.º 21 - Dezembro de 2002

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Os Poetas

Magia da Palavra

        Solta-se a varinha de condão:
        E da boca sai o turbilhão
        De palavras mágicas,
        Que por mais que sejam trágicas,
        Aprendem a ser suaves,
        Afinando o que é grave,
        Tranquilizando quem as sabe.
         
        Sei eu, sabes tu, sabe ele...
        Uma palavra, ou uma multidão:
        Encaixotadas
        Em livros, ou num guião,
        Palavras fúteis e tocantes,
        Todos os dias
        Ou talvez não,
        Sussurradas ou sonantes...
        As tuas e as minhas,
        Todas elas fantasias,
        Dissimuladas maravilhas,
        Num éden de sintonias.

Maria João Alves (12ºD)