|
|
|
|
|
Ano XII - Jornal N.º 23 - Janeiro de 2004 |
Edição ON LINE |
|
Grupo da Matemática e Ciências da Natureza UM POUCO DE HISTÓRIA
Tentativas de restringir a distribuição apenas elevaram o seu preço, fazendo com que o seu peso valesse o mesmo que a prata. Na Turquia, Murad, por volta de 1630, furava o nariz dos fumadores com um cano de cachimbo. Os usuários que insistiam no tráfico de tabaco eram condenados à morte. O czar Michek Romanov exilava os fumadores para a Sibéria. Nenhum governante contudo foi capaz de impedir a penetração do tabaco na sua sociedade. Efeitos Fumar um cigarro dá lugar a um aumento do ritmo cardíaco, da frequência respiratória e da tensão arterial, gerando um aumento do tónus a nível de todo o organismo. Ao inalar o fumo, a nicotina actua no cérebro (SNC) de forma quase imediata produzindo uma sensação recompensante para o fumador, sendo que a reiterada prática deste acto acaba por consolidar-se como rotina para o indivíduo. A partir deste momento pode-se falar de dependência da nicotina. A supressão brusca da taxa de nicotina no sangue produz uma sintomatologia ampla, que evidencia um síndroma de abstinência tabágica o qual é representado da seguinte forma: intranquilidade ou excitação, aumento da tosse e expectoração, ansiedade e agressividade, mau humor, falta de concentração na condução de veículos, aumento de peso, etc. Ainda que o tabaco seja uma droga estimulante, a maioria dos fumadores considera que é relaxante, devendo-se esta sensação ao facto de uma vez instalada a dependência fumar acalma a ansiedade que é gerada pelo não consumo. |
||||