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Ano XII - Jornal N.º 23 - Janeiro de 2004 |
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Actualidades O DIREITO À LIBERDADE
Os Estados Unidos retaliaram e, como é evidente, sobre várias pessoas, muitas delas também inocentes, o que mais uma vez é grave. E a escalada de violência aumenta e parece não ter fim: ataque à sede da Onu, no Iraque, com a morte de Vieira de Melo; o ataque ao quartel das tropas italianas em Nassíria, com a morte de civis e militares; os ataques a mesquitas na Turquia. Relativamente aos fogos que fustigaram o nosso país no passado verão, muitos deles, para não dizer quase todos, resultaram de mão criminosa. Muitos dos criminosos foram apanhados e deveriam ser severamente castigados, pois provocaram quase duas dezenas de mortes e causaram um estado de calamidade e devastação da natureza e do património florestal. No entanto, a Justiça parece não funcionar contra estes malfeitores que não merecem a liberdade. Com estes dois exemplos concluo que nos dias de hoje não se olham a meios para atingir os fins e que a palavra liberdade é muitas vezes utilizada como pretexto para muitas guerras e desavenças quando não o deveria ser. Assim, a liberdade não deveria fazer parte da vida de algumas pessoas (terroristas e incendiários) mas estes, por vezes, fazem uso dessa falsa liberdade para desgraçar a liberdade de outras pessoas inocentes. Ricardo Pisco, 11º A |
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